A HONRA DA CURA — Gabriel Arauto
Passados esses dias, Isabel, sua mulher, concebeu e ocultou-se por cinco meses, dizendo: Assim me fez o SENHOR, contemplando-me, para anular o meu opróbrio perante os homens. (Lucas 1:24-25 ARA) Ela concebeu, deu à luz um filho e disse: Deus me tirou o meu vexame. (Gênesis 30:23 ARA) Raquel e Isabel viviam envergonhadas porque não podiam ter filhos. Em sociedades que valorizam a fertilidade e a descendência, a esterilidade é um estigma. Felizmente, Deus muda a vergonha em dupla honra com cura. Ele desfez a humilhação dessas pobres mulheres tornando-as férteis, e elas finalmente puderam acalentar filhos. A infertilidade não é a única doença degradante. Há enfermidades que desfiguram o rosto, que fazem o doente rastejar ou feder, ou depender de outros para limpar-se e vestir-se. A gagueira não embaraça? A demência não humilha? Depois de perder uma mama para o câncer, a esposa pode sentir vergonha do próprio corpo, e é muito humilhante para o marido ser sexualmente impotente....